sábado, 3 de setembro de 2016

Somos eternos aprendizes...



Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade, e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor; outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta; outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena; outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos; outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros; outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita; outros, falar.
Uns queriam silêncio; outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo; outros, ter pés.
Uns queriam um carro; outros, andar.
Uns queriam o supérfluo; outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe. Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera; a inferior, julga;
a superior, alivia; a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
-Chico Xavier

Frase do Dia

Nenhuma atividade no bem é insignificante... As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes.



- Chico Xavier

Pai Nosso

Jesus, ao começar a oração mais famosa da cristandade, utiliza a expressão “Pai nosso”, indicando que o criador era o pai de todas as criaturas, já que não estabeleceu exceções, utilizando expressões como “pai só dos cristãos”, “pai somente dos justos” ou qualquer outra ideia segregativa. Aliás, ele mandou amar ao próximo e, questionado sobre isso, contou a parábola do bom samaritano.
O pai é a nossa origem comum. Dele derivamos, a despeito de todas as roupagens que envergamos em cada reencarnação: riqueza, pobreza, beleza, força, inteligência. Filhos de um mesmo pai, irmãos de uma mesma família universal, herdeiros desse belo planetinha azul que insistimos em maltratar.
Como um verdadeiro pai Jesus se referiu à divindade em várias passagens: no filho pródigo, no caso do pão e da serpente. Um pai justo, presente e amoroso, como resgatado por Allan Kardec, e que não é pai de uma só pessoa, e sim de todos nós, pairando além das nossas comezinhas jaulas que aprisionam Deus aos nossos caprichos.
Cuidemos assim dos meus, dos seus. São todos filhos de Deus. Do mais odiado ser encarnado à mais carismática celebridade, todos têm o DNA do Criador, uma visão que põe por terra o preconceito, o orgulho de nos acharmos melhores, fortalecendo a fraternidade, a interdependência, por nos vincular a essa origem comum.
Não somos seres à parte da criação. Fazemos, sim, parte do processo de construção do reino de Deus, como co-criadores, e nos fazemos nessa condição de artífices da obra divina no amor ao nosso irmão, fazendo a sua vontade assim na Terra como no céu: o amor.
O espiritismo rompe com o Deus antropomórfico, sectário e traz nas palavras do insigne codificador um Deus reconhecido pelos seus atributos, estampados em suas obras. Como dito na obra A Gênese: “Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso”.
E, além disso tudo, é o Criador de tudo e de todos. Causa primária de todas as coisas, Ele é o pai de todos nós. Sobre Ele sabemos pouco, mas podemos senti-lo na chuva amena que bate na janela, no nascer de sol e na noite cheia de estrelas. Mas, também em momentos que, como espíritos encarnados, fazemos Deus presente em nossas atitudes.
Mais do que a expressão “meu Deus”, que particulariza, lembremo-nos de refletir essa paternidade divina pelas palavras de Jesus, na invocação do “Pai nosso”, conceito agregador que nos lembra desse laço fraternal que nos une, com o céu e entre os que estão na Terra.
Fonte: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/artigos-diversos/1826-pai-nosso

Tampando a panela

Tiroteio na comunidade carente. Mandamos a polícia, carros blindados, armas.
Tampamos a panela de pressão.
Brigas em casa, discussões. Cada um fica em um quarto e sem se falar, convivem friamente.
Tampamos a panela de pressão.
Deprimido, triste, a namorada o abandonou e mergulha nos remédios de “tarja preta”, na automedicação que busca a paz química.
Tampamos a panela de pressão.
Tampamos diariamente, à luz dos problemas, as panelas de pressão de nossas vidas. Cortamos a aparição do efeito e jogamos as contradições para dentro, fugindo do âmago dos problemas, o cerne das questões. Ocultamos e não tratamos, esperando o dia que esses efeitos se tornem incontroláveis, no famoso caldo que entorna.
Deixamos na conta do tempo, na esperança de que tudo passará. Mantemos os conflitos, os atritos e nos postamos contritos, como meteoritos a vagar sem rumo, fugindo de novos impactos, pelos quais nos vemos atraídos novamente, pela irresistível força da gravidade.
A postura de colocar a “tampa na panela” é um paliativo, utilizado por todo nós, a mancheias, mas que pouco contribui com a edificação do homem de bem. O Evangelho Segundo o Espiritismo, no seu Capítulo V, já tratava desse assunto, quando diz que: “(...) Essas aflições são, ao mesmo tempo, expiações do passado, que nos castigam, e provas que nos preparam para o futuro. Rendamos graças a Deus que, em sua bondade, dá ao homem a oportunidade da reparação e não o condena irremediavelmente pela primeira falta”.
Ou seja, a oportunidade de reparação é uma benção que não pode ser desperdiçada. Mas, essa reparação se dá, em um nível mais profundo, quando avançamos sobre as questões centrais, nas causas de nossas aflições. Munidos das ferramentas do diálogo, da paciência, do perdão e da indulgência, um arsenal do amor, podemos, de forma gradual, ir abrindo essa vaporosa panela, para tentar equilibrar a temperatura.
Ao invés da resolução dos conflitos pela acomodação ou pela negação, empurrando para o futuro, recordemos que a hora é agora, nessa encarnação, de crescermos e avançarmos. Emmanuel, na psicografia de Chico Xavier, na obra Fonte Viva, indica no texto “Eia agora”, que “(...) Agora é o momento decisivo para fazer o bem. Amanhã, provavelmente... O amigo terá desaparecido. A dificuldade estará maior. A moléstia terá ficado mais grave”. Depois, amargaremos o sabor da oportunidade perdida, e teremos que reiniciar, talvez em uma situação nem tão privilegiada como a presente, ainda que não enxerguemos essas situações promissoras.
Fato, também, que por vezes não damos conta das questões e somente nos restam as soluções paliativas. Mas, isso não inibe a nossa necessidade de saber das nossas fraquezas e que teremos que, em algum momento, retornar aquele ponto. Tal é a Lei.
Coragem para enfrentar os problemas, em um nível profundo... Coragem para resistir à tentação de contornar o problema, deixando sua resolução para outro momento. Essa postura que diferenciará nosso avanço na presente encarnação, como indivíduo ou coletividade. As pressões nos intimidam, mas o calor do momento pode ser equilibrado com o diálogo fraterno e a persistência que faz aquela água fervente retornar ao seu estado natural.
Peçamos a Deus essa coragem, diante dos múltiplos desafios de nossa encarnação, para que possamos, de cabeça erguida, enxergar cada desafio como uma luta a vencer na linha do bom combate e não um dragão que tenhamos que nos esconder, rezando que ele vá embora.
Fonte: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/artigos-diversos/1889-tampando-a-panela

“Romana Legio Omnia Vincit"

Essa expressão curiosa, título do presente artigo, um lema do exército romano criado pelo imperador Júlio Cesar (110 a.C. a 44 a.C.), traduzida do latim, significa que “Legião Romana a tudo vence”, uma exaltação as vitórias seguidas da máquina de guerra que Roma montou e que lhe garantiu, em determinado momento histórico, a conquista de grande parte do globo terrestre e com isso influenciar toda a cultura ocidental. Hoje, está nos anais da história...
O espírito desta frase nos remete àquelas pessoas que tem na vida um tapete vermelho, que tudo vencem, que sempre se dão bem. Ilustrados na literatura pelo Rei Midas, pelo Gastão da Disney, são antíteses do Jó bíblico, com um caminho florido e ajustado na qual tudo concorre para seu sucesso. Pessoas “Omnia Vincit”.
Certamente, conhecemos muitas delas. Algumas pessoalmente, outras apenas como celebridades. Com fartos atributos combinados e valorizados pela sociedade – beleza, riqueza, inteligência, fama, carisma, família estruturada –, potências que se somam ao seu esforço e dedicação, que combinados com o que chamamos erroneamente de sorte, tem-se que, em tudo que eles tocam, vira ouro.
Objeto de inveja e de admiração, esses vencedores na ótica da vida terrestre, pela visão da vida maior, carregam fardos, por vezes imperceptíveis, no orgulho e na vaidade que os atormentam, no medo do fracasso nunca experimentado, na solidão de não saber em quem confiar, nas ameaças do egoísmo que o isolam do mundo, na evidência que torna postiças suas relações.
Seduzidos pelos gramados verdes dos vizinhos, esquecemos que essas pessoas, para quais as coisas parecem fáceis, esforçam-se e lutam, em batalhas internas e externas, e apesar de parecer que elas tudo vencem, amargam também derrotas em campos muitas vezes desvalorizados. Imagine, estimado leitor, no exercício da indulgência, a pressão que sofrem esses vencedores...
A doutrina espírita, pela lógica da reencarnação, vem trazer a essa questão uma outra percepção. São provas o papel de perdedor, mas também a vitória no mundo. Nas diversas roupagens que experimentamos, crescemos na dor, mas evoluímos também pelas posições de mando e de destaque, de maneiras diferentes. Em tudo, a lógica divina aproveita para o crescimento do espírito. O que às vezes ressoa como um canto de sereia, figura como uma armadilha mortal, nos ensina bem a literatura espírita, por nos trazer uma visão ampliada.
N’O Evangelho Segundo o Espiritismo, o espírito de Lacordaire, em bela mensagem sobre o bem e o mal sofrer, nos diz que: “(...) poucos sofrem bem, poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzir ao Reino de Deus. (...) Tendes ouvido frequentemente que Ele não põe um fardo pesado em ombros frágeis. O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem”. Mas temos dificuldade no mundo e em seus valores, de identificar o que são fardos e qual o seu tamanho, e que nestes também cabe o “bem sofrer”!
A lei é de amor, e o amor paira além dessas relações. Muitos desses iluminados, robustos em inteligência e posses, padecem da falta dessa competência essencial e encontram na cesta de oportunidades que a vida lhes oferta um caminho para desenvolver esse amor, às vezes negligenciado. Jesus dizia que venceu o mundo... Interessante refletir sobre que natureza de vitória seria essa!
Tudo é passageiro, é experiência, é aprendizado. Mesmo que brademos para nós mesmos que tudo vencemos, sabemos que na verdade não é bem assim. Todos somos frágeis meninos nas lutas da vida, dependendo do pão nosso de cada dia, da saúde, da família e dos amigos. Somos ovelhas do rebanho divino e ele nos pastoreia, cada um a seu jeito, conforme sua necessidade Espiritual.
Fonte: http://www.correioespirita.org.br/categoria-de-materias/artigos-diversos/1858-romana-legio-omnia-vincit

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Entrevista de Divaldo Pereira Franco no Programa do Jô


Colônias Espirituais no Brasil

(Clique na imagem para ampliar).

Quando o filme “Nosso lar” saiu, muitas pessoas acabaram interessadas no Espiritismo e nas chamadas “Cidades Astrais”, que nada mais são do que Formas-Pensamento de comunidades agrupadas em grandes egrégoras com até dezenas de milhares de pessoas. Nosso Lar, certamente é a mais famosa, mas não é a única colônia relatada em livros kardecistas.
Colônia Espiritual, cidade espiritual, comunidade espiritual ou mundos transitórios é o lugar onde vivem os espíritos após a morte. Existem vários tipos de colônias espirituais, temos: Colônias correcionais, de estudo e desenvolvimento das artes, socorristas, pesquisa no autoconhecimento e científicas e várias outras. Lá os espíritos trabalham, mandam mensagens espirituais para as pessoas encarnadas, se recuperam, preparam-se para encarnar novamente, além de muitas outras coisas.
Vamos citar nessa postagem algumas colônias espirituais situadas sobre o Brasil, mostraremos sua localidade e sua função como colônia espiritual, vamos a elas:
– Colônia Regeneração: Localizada nas proximidades de Goiânia até Brasília, esta Comunidade trabalha com a recuperação de espíritos mutilados no períspirito, além de proceder com atendimentos fluídico concentrados, terapias, academias, tudo com o intuito de renovação interior.
– Colônia Amigos da Dor: Encontra-se no norte de Minas e extremo sul da Bahia. Realiza socorro a recém-desencarnados através de missas. Os espíritos servidores dessa Colônia prestam atendimento em igrejas, santas casas de misericórdia e é uma das mais antigas Colônias em terras brasileiras.
– Colônia Redenção: Se situa no leste da Bahia em formato mais ou menos triangular. Sendo uma grande referência no mundo espiritual, esta Colônia realiza um grande trabalho em laboratório fluídico por intermédio de seus socorristas na Terra. Encontra-se lá um arquivo com as mais lindas histórias e exemplos de amor que o mundo já viu, começando pela história de Jesus em cenas vivas.
– Colônia Arco-Íris: Esta Comunidade Espiritual é localizada na região norte do Brasil, indo de Porto Velho (RO) a Manaus (AM) em linha reta. Seus servidores oferecem grande amparo aos encarnados e conhecidos como “filhos do arco-íris”.
Colônia Raios do Amanhecer: Localizada na parte central do planeta, tendo maiores núcleos no Brasil, no norte do Amapá. Seus diferentes núcleos espalhados por vários países representam uma atividade diferente. No Brasil se parece com um grande parque infantil, pois é um mundo espiritual de crianças.
– Colônia Bom Retiro: Localiza-se no Paraná tendo um formato de losango. Além de dar socorro aos desencarnados, ela tem como principal função dar a volta ao reequilíbrio do espírito.
– Colônia Padre Chico: Situada no Triangulo Mineiro, é também conhecida no mundo espiritual como Colônia das Margaridas. É uma colônia muito movimentada, pois nela tem espíritos abrigados para socorro e para trabalhar em nome de Cristo.
– Colônia da Praia: Fica no sudeste do Espírito Santo. É voltada para atividades espirituais que atuam na ecologia terrena, desenvolvem estudo e mantém observação atuando no equilíbrio exercido pelo Oceano.
– Colônia Nova Esperança: Localizada bem próximo de Palmelo (GO), esta Colônia tem como função a catalogação de todos os espíritos que entram, saem e que permanecem no planeta, que hoje em dia é de aproximadamente 30 bilhões de espíritos.
– Colônia das Águas: Situa-se próxima à entrada do rio Amazonas, Sua especialidade é receber os desencarnados por problemas circulatórios e que foram afetados no períspirito.
– Colônia Morada do Sol: Encontrada na parte leste do Brasil e se estendendo até o norte da Bahia. Esta Colônia coordena equipes espalhadas pelo planeta, os servidores levam amparo aos portadores de “doenças tropicais” encarnados.
– Colônia das Flores: Sendo uma das maiores colônias espirituais, ela inicia na parte centra de Santa Catarina indo até Goiás, tendo pontos no Paraná e adentrando São Paulo. Especializada em socorro aos desencarnados vítimas de câncer e que geralmente conservam esta impressão no períspirito.
– Colônia Gramado: Sobre o Rio Grande do Sul, possui vários núcleos de atendimento socorrista. Entre elas destacam-se as colônias “Das Orquídeas”, “Girassóis”, “Do Guaíba” e “Estrela D’alva”, todas recebem o nome de Colônia Gramado. Específica em trabalhos de técnicas de estudo relacionados à coluna vertebral, coordenação motora das pernas e dos pés.
– Colônia das Montanhas: Encontrada no noroeste de Minas Gerais, próximo à divisa de Goiás. Adentrando o sudoeste entre a Serra Bonita (MG) e a Serra da Capivara (BA/PI) e a Serra dos Gaúchos (MG), envolve toda a área do Parque Nacional Grande Sertão Veredas, onde envolve as águas dos rios Urucaia e Pardo com seus afluentes.
– Colônia Estudo e Vida: Fica no Mato Grosso do Sul e parte da Bolívia. Tem por finalidade o estudo da vida. Possibilita que todos os espíritos tenham autoconhecimento para compreender próprios conflitos e desencontros para qualquer assunto.
Colônia das Violetas: Situada entre Amazonas, Tocantins, Paraná e Mato Grosso, está Colônia realiza técnicas voltadas para a cura de enfermidades cardíacas.
– Colônia do Sol Nascente: No sudoeste do estado de São Paulo, esta Comunidade apresenta um setor de preparação do espírito para reencarnar, aguardando um momento determinado por Deus.
– Colônia do Abacateiro: Abrangendo os estados de Goiás e Mato Grosso, esta Cidade Espiritual é toda cercada por abacateiros e desenvolve técnicas e atendimentos renais, tanto no períspirito quanto no auxílio a todos os processos de enfermidade renal.
– Colônia do Rouxinol: Ao norte do Brasil, no Maranhão, a Colônia passa uma profunda sensação de paz e ali ficam espíritos que desencarnaram após longo período de enfermidade ou que tiveram morte súbita.
– Colônia do Moscoso: Encontra-se na parte centro-leste do Espírito Santo, esta Comunidade tem o formato de um retângulo e com características orientais, fundada por Moscos (povos que habitavam o Mar Negro e o Mar Cáspio). A Colônia desenvolve técnicas que auxiliam o espírito a desenvolver a autodescoberta, como essência divina.
Além destas temos outras, como:
Nosso Lar
Colônia Socorrista Moradia
Colônia Campo da Paz
Casa Transitória de Fabiano
Colônia Redenção
Colônia da Música
Colônia Espiritual de Eurípedes Barsanulfo
Colônia Alvorada Nova
Colônia Casa do Escritor
Colônia Triângulo, Rosa e Cruz
Sanatório Esperança
Moradias
Colônia Porto da Paz
Instituto de Confraternização
Espírito Meimei
Colônia A Cruzada
Colônia Gordemônio
Espero que tenham gostado dessa portagem, para entenderem melhor o que é uma colônia espiritual, recomendamos que assistam ao filme Nosso Lar, ou se preferirem leiam o livro Nosso Lar, ambos são excelentes. Fiquem com Deus! Deixem Comentários!
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É bom lembrar…
Que as cidades espirituais que se localizam mais próximas a terra, normalmente são planos transitórios. Existem outros planos superiores e também inferiores.
Nas colônias os espíritos aprendem a se desligar da matéria, alguns lentamente, outros com uma adaptação mais depressa. Cada espírito é um espírito, e seu tempo em determinada colônia, em um plano inferior ou em até mesmo quando reencarnado é relativo.
Nas colônias existem animais, pois eles são princípios espirituais que estão a caminho da evolução, da mesma forma que nós procuramos progredir. Eles também reencarnam e são bem utilizados, cuidados e amados no mundo espiritual. ]
No Brasil existem mais colônias do que as mostradas aqui. Este é um trabalho que pretende mostrar uma pequena noção do que é e como se localizam as colônias e moradas. Como disse nosso mestre Jesus: “Há várias moradas na casa do meu pai.”
Além das colônias que foram criadas recentemente, existem colônias Indígenas. Apesar disso não existe colônias para católicos, separados dos espíritas, assim como não se separam celebridades e fãs, todos somos iguais, apenas diferenciados pelo nosso pensamento, não pela cor ou pelo credo. Mas devemos lembrar que os espíritos mantém sintonia, seja com o bem ou com o mal, isso é que definirá onde irá se encontrar.
Lembrando que existem colônias especializadas em desenvolvimento tecnológico, existem as que preparam trabalhadores para trabalharem nos Grupos Espíritas e em outros núcleos também que trabalham com amor e para o amor. Tem colônias que trabalham como pronto-socorro e outras como grandes editoras, espíritos que trabalham para trazerem obras magníficas para nós encarnados.
Espero ter ajudado e não confundido.
Abraços irmãos, fiquem com Deus.
Grupo de Estudos Amigos de Chico Xavier